imagem de topo do blog A Nossa Opinião; MAI - Liberdade e Segurança; 'Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão'.(artigo 19.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos). [ imagem produzida pelos Gráficos à Lapa para este blog do MAI, A Nossa Opinião ]

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Aeroporto Sá Carneiro já é RAPID

20 May 2008

Um dos objectivos do plano tecnológico do MAI, no âmbito do programa RAPID, foi ontem concretizado, com a inauguração no aeroporto Sá Carneiro, no Porto, do novo sistema simplificado de controlo de entrada de fronteiras, com a presença do Presidente da República Cavaco Silva, do Ministro da Administração Interna, Rui Pereira e do Secretário de Estado Adjunto da Administração Interna, José Magalhães, a cuja secretaria de estado incumbe a implementação do plano tecnológico do MAI.
É o quarto aeroporto português servido pelo RAPID depois de Faro, Lisboa e Funchal a que se seguirão, até ao verão, os aeroportos de Ponta Delgada e Lages nos Açores.

No seu discurso o ministro Rui Pereira sublinhou:

“Esta cerimónia – em que somos honrados pela estimulante presença de Vossa Excelência, Senhor Presidente da República – assinala a entrada em funcionamento, no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, do Sistema Rapid, ou seja, do Sistema de Reconhecimento Automático de Passageiros Identificados Documentalmente. As sociedades democráticas e abertas em que vivemos precisam de encontrar soluções inovadoras e globais para os riscos do nosso tempo. Soluções que satisfaçam, em paralelo, os anseios de liberdade e segurança dos cidadãos. Ora, o Rapid faz uma síntese harmoniosa desses direitos fundamentais e é um ex-libris do espírito de inovação tecnológica com que o Governo e o Ministério da Administração Interna abordam o novo século.
O sistema – permitam-me que o repita -, assenta num equipamento electrónico que controla as fronteiras sem necessidade de intervenção humana. Trata-se de um sistema pioneiro que permite a fiscalização automática de passageiros munidos de passaportes electrónicos. Numa primeira fase, afere a autenticidade dos passaportes e dos respectivos dados. De seguida, verifica a identidade dos passageiros, para lhes facultar (ou recusar) o acesso individual. Tudo se processa através do controlo directo da abertura de portas, reduzindo o tempo de passagem da fronteira para uma duração média inferior a 20 segundos.

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