imagem de topo do blog A Nossa Opinião; MAI - Liberdade e Segurança; 'Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão'.(artigo 19.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos). [ imagem produzida pelos Gráficos à Lapa para este blog do MAI, A Nossa Opinião ]

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A COMUNICAÇÃO POLÍTICA NA ERA DA WEB 2.0

17 July 2007


Reflectindo sobre o novo quadro criado pela expansão da blogosfera e o advento da Web 2.0, o blog “relações Públicas” (http://www.brunoamaral.com/post/

a-nova-comunicacao-politica-na-era-das-relacoes-publicas/) assinalou, há dias, que tudo “obriga a uma transparência política cada vez maior e nem sempre com o aval dos órgãos de governo. Visto que nos dias de hoje é cada vez mais fácil fazer investigação jornalística e publicar os resultados”.

E ANALISA, SEGUIDAMENTE, O CASO DO BLOG “ A NOSSA OPINIÃO”, nos seguintes termos:

«O Ministério da Administração Interna chegou ao ponto de criar um blog. Esse blog tem sido usado como forma de responder ao que é dito nos meios de comunicação tradicionais. Ou seja, em vez de exercer o direito de resposta,o MAI dirige-se directamente aos cibernautas que seguem o seu dia a dia.

Pessoalmente, concordo com a iniciativa, mesmo depois de ter ouvido os argumentos contra. Estes referiam-se principalmente ao uso de fundos públicos para dar resposta aos jornalistas. “Se o ministro quer exercer o seu direito de resposta, que o faça. Mas sem recorrer aos cofres do estado” era o mote principal.

A questão é que o blog não é lido só pelos jornalistas. Pelo contrário, está acessível a todos e acredito que tenha uma abrangência maior do que o artigo a que o ministro opte por responder.

Pessoalmente, se vejo uma resposta do MAI a uma notícia que me interesse, opto por procurar o registo da mesma online. Desta forma posso ver os dois lados da questão, sempre online».

Julgo que o texto toca o ponto essencial: um blog ministerial em nada limita a liberdade de buscar fontes de informação alternativas. Oferece (a quem queira) a opinião de autores de decisões que vêm à praça pública oferecer argumentos e apreciar os dos outros, em discurso directo. Ganha o pluralismo e a transparência. E o que se perde? Absolutamente nada.Se o blog for desinteressante ou inepto…não terá leitores, forma inteiramente democrática de tirar teimas e levar os responsáveis a corrigir posições.

JM

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